Opinião de Vitor Santos:
"Os grandes clubes, sustentados pelo seu poder de atração, não captam apenas talento – captam expectativas. Alimentam narrativas de sucesso que raramente se concretizam, muitas vezes junto de famílias sem ferramentas para interpretar a exigência real do percurso"
Opinião:
"Há uma presença constante que raramente é destacada: a mãe. Ela está na linha lateral desde o primeiro dia. Mesmo quando tinha dúvidas. Mesmo quando o frio, a chuva e as primeiras dificuldades pareciam confirmar todos os seus receios. Está lá quando corre tudo bem — e, sobretudo, quando não corre".
Opinião:
“Num tempo em que os episódios negativos tendem a dominar o espaço mediático - da violência ao racismo, da corrupção ao “vale tudo” para ganhar - o Cartão Branco surgiu para inverter a lógica. Em vez de punir, distingue. Em vez de amplificar o erro, celebra o exemplo”.
Opinião:
“A prática desportiva precisa de reencontrar o seu eixo moral. Os princípios éticos devem estar no centro, e não nas margens ou à margem, do jogo. Por isto e muito mais, a ética não é uma moda nem um discurso de ocasião. É uma forma de estar”.
Opinião de Vítor Santos:
"Entre a escolha da equipa certa, as decisões sobre treinos e competições, os conflitos com treinadores, colegas de equipa ou outros pais, são muitos os momentos em que paira o medo de errar"
Opinião:
"A pressão exagerada transforma vitórias e derrotas em rótulos que não pertencem às crianças. Elas não são medalhas ambulantes – são pessoas em crescimento que querem ser felizes".