
Alunos do IPL vencem Festival Nacional de Robótica
Abel Teixeira, David Pereira e João Fernandes, estudantes do mestrado em Engenharia Eletrotécnica, na Escola Superior de Tecnologia e Gestão (ESTG), e Marcella Cavalcanti, estudante de doutoramento da instituição, constituíram a equipa probots@IPLeiria que conquistou a o primeiro lugar na prova de manipuladores industriais, no Festival Nacional de Robótica 2025.
Tendo decorrido no início do mês de abril, no Funchal, Madeira, esta conquista colocou a ESTG em destaque no festival pelo segundo ano seguido, já que a equipa conquistou o primeiro lugar na mesma prova na edição de 2024.
A segunda vitória consecutiva não foi, no entanto, o único prémio levado para casa, sendo que Marcella Cavalcanti, estudante de doutoramento no âmbito da universidade europeia RUN-EU e antiga estudante do mestrado em Engenharia Eletrotécnica, foi distinguida com o prémio de melhor artigo, 25th IEEE International Conference on Autonomous Roboto Systems and Competitions (ICARSC2025).
A premiação foi feita a propósito o seu artigo ‘Trajectory Generation for Robotic Additive Manufacturing: A Comparative Study’, realizado no âmbito do projeto INOV.AM, com a orientação dos professores Hugo Costelha e Carlos Neves, do Departamento de Engenharia Eletrotécnica e do Departamento de Engenharia Mecânica, da ESTG, respetivamente.
Já a competição de Manipuladores Robóticos Industriais realizada em grupo, teve como objetivo o desenvolvimento de uma solução, com recurso a um manipulador robótico, para o embalamento de bananas da Madeira, através de duas provas: uma de simulação, na qual as equipas tinham de resolver o problema e demonstrá-lo em ambiente simulado; e uma em que a resolução do problema era apresentada em ambiente real.
Equipa desenvolveu várias soluções
As soluções desenvolvidas pela equipa integraram diversas tecnologias e desenvolvimentos, nomeadamente sistemas de visão computacional 3D, processamento de imagem e visão, inteligência artificial, monitorização de força, desenvolvimento de uma garra e impressão 3D, desenvolvimento de um HMI, e programação e geração de trajetórias de base robótica. Tendo em conta os prazos da competição, o trabalho de simulação, desenho e implementação da primeira versão da garra, a equipa levou cerca de quatro dias, enquanto o desenvolvimento com o robô real demorou dois dias para ser concluído.







