
Comprar casa no Centro custa agora 275 mil euros
O portal imobiliário Imovirtual apresenta o seu barómetro mensal sobre a evolução dos preços médios anunciados de arrendamento e venda no Centro de Portugal. Este estudo analisa os dados de setembro e compara-os com agosto anterior e com o período homólogo de setembro de 2024.
Analisando os dados, o Imovirtual conclui que o preço médio de venda em Portugal fixou-se em 435.000 euros (€), refletindo uma subida de mais um por cento (%) face a agosto (430.000€) e de mais 18% em relação a setembro de 2024 (370.000€).
No Centro, o valor médio atingiu os 275.000€, correspondendo a uma valorização de mais 3% em setembro e de mais 25% em termos anuais (220.000€).
Lisboa manteve-se como o distrito mais caro do país, nos 650.000€ (estável face a agosto). Coimbra valorizou para 275.000€, enquanto Leiria atingiu os 320.000€.
Santarém destacou-se como o distrito com maior valorização anual, subindo para 269.000€. Já Castelo Branco manteve-se como o mais acessível da região, nos 99.880€, ainda assim com crescimento de mais 11% em relação a 2024.
Ainda de acordo com o portal, o valor médio das rendas em Portugal fixou-se em 1.300€, refletindo uma subida de mais 2% em relação a agosto e de mais 4% face a setembro de 2024.
Na região Centro, o valor médio aumentou para 800€, o que corresponde a uma subida de mais um por cento mensal e de mais 7% anual.
Lisboa destacou-se com a maior subida do mês, atingindo os 1.790€. Coimbra valorizou para 800€, enquanto Leiria estabilizou nos 850€, ainda com uma valorização homóloga de mais 13%. Castelo Branco manteve-se nos 550€ e Santarém subiu para 770€.
O portal conclui que a região Centro “reforça a tendência de valorização no mercado de compra, com Lisboa a consolidar-se como o distrito mais caro e Santarém a liderar as valorizações anuais”.
“Coimbra e Leiria mantêm um crescimento consistente, enquanto Castelo Branco permanece como a alternativa mais acessível”. Já no que toca ao arrendamento, Lisboa impulsiona a subida regional, “contrastando com a estabilidade em Leiria e a quebra anual em Castelo Branco e Santarém”.







