
Villa Portela recebeu mais de 16 mil visitantes em três meses
O Centro de Artes Villa Portela recebeu mais de 16 mil visitantes nos primeiros meses de atividade, anunciou o município.
Criado nos jardins e edifício de um chalé histórico do século XIX, o projeto dedicado à arte contemporânea atraiu 16.130 visitantes nos primeiros três meses de atividade, após a abertura, no dia 14 de setembro. Segundo comunicado da Câmara de Leiria, a afluência reflete “forte interesse e envolvimento do público, tanto local como nacional”.
O Centro de Artes Villa Portela, atualmente com duas exposições em exibição, “tem vindo a afirmar-se como um dos mais relevantes polos dedicados à arte contemporânea em Portugal”, considera o município.
“Mais do que um espaço expositivo, o Centro de Artes Villa Portela assume-se como um verdadeiro lugar de encontro e partilha, promovendo o convívio intergeracional e o diálogo entre diferentes públicos”, lê-se na informação.
A partir das exposições, o projeto propõe um conjunto de experiências culturais que procuram cruzar famílias, jovens, estudantes e seniores.
Citada no comunicado, a vereadora da Educação e da Cultura do Município de Leiria, Anabela Graça, considera que a Villa Portela “tem cumprido plenamente a missão para a qual foi criado”, conseguindo “aproximar a arte contemporânea das pessoas, de forma acessível, inclusiva e participada”.
O número de visitas reflete “não apenas o sucesso do equipamento, mas também a crescente valorização da cultura enquanto eixo estratégico do desenvolvimento de Leiria e da nossa região”, acrescenta a autarca.
Para 2026, o município de Leiria anuncia duas novas exposições de relevo, ainda não reveladas, que “contribuirão para a consolidação do Centro de Artes Villa Portela como uma referência nacional na promoção da arte contemporânea, da criatividade e da inovação”.
Atualmente estão patentes, nos dois edifícios principais do complexo, “Sonho manifesto!” Em Leiria todas as árvores são pinheiro”, que conta com obras da Coleção de Arte Contemporânea do Estado Português, e “Subir ao palco/Back home”, de João Paulo Feliciano, fruto da parceria com a Fundação de Serralves.








