
Reconstrução de escolas assentará em modelo que suporte ventos ciclónicos
O Governo revelou que a reconstrução das escolas assentará num modelo comum de construção, sustentado no exemplo de países expostos a ventos de 200 quilómetros, garantindo a sua resistência.
O ministro da Educação, Ciência e Inovação adiantou que está a ser pensado, com a construção pública, “modelos de construção, de países que já têm estado expostos a estes eventos [tempestades] há muito tempo, e termos estruturas que resistam a ventos de 200 quilómetros por hora”.
Em Leiria, numa conferência sobre ‘O futuro pós-calamidade’, acrescentou que o objetivo é garantir que, “se houver uma tempestade deste tipo, uma escola não volte a ficar inoperacional, porque ela não resiste a estes ventos”.
O governante admitiu que esta resistência já poderia ter sido pensada, mas sublinhou que “depois deste evento não há desculpa se voltarmos a ter uma escola nesta região que foi intervencionada neste período e que o telhado voe outra vez”.
Fernando Alexandre observou ainda que “as infraestruturas escolares, se forem bem construídas, podem ser lugares de abrigo para a população”, “não são apenas serem garantia de que as aprendizagens não são interrompidas”.








