
Luís Filipe Coito
A experiência “permite reagir com racionalidade e flexibilidade”
O comandante sub-regional de Emergência e Proteção Civil recorda as prioridades às primeiras horas que se seguiram à tempestade e o “normal desenrolar de uma operação” que permitiu socorrer a população.
A primeira ordem às forças no terreno foi de socorro pré-hospitalar às populações e desimpedimento de vias de acesso aos hospitais e centros de saúde. A segunda prioridade foi estabelecer o normal funcionamento das unidades de saúde.
A partir daqui, Carlos Guerra explica que decorreu “o normal desenrolar de uma operação de proteção civil”.
“A responsabilidade de quem está investido nestas funções nunca se pode afirmar de excessiva ou diminuta”, afirma o comandante sub-regional de Emergência e Proteção Civil, apontando a experiência e o conhecimento pessoal dos diferentes agentes de proteção civil como “fator fundamental para que as operações tivessem um desenrolar satisfatório”.
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Maio 22, 2026 . 10:15








