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Quando tudo falhou, a rádio ficou para dar voz ao desespero
No terreno desde as primeiras horas, o jornalista da RTP/Antena 1 encontrou um cenário que descreve como “de guerra” e levou ao país os relatos de populações desesperadas, num território onde “as pessoas sentiam
que a única forma de perceber o que estava a acontecer era através da rádio”
Quando parece que tudo falha, a rádio surge como luz ao fundo do túnel, uma espécie de resquício da normalidade. Foi assim nos primeiros dias após a depressão Kristin ter arrasado a região e, nesse particular, o jornalista Horácio Antunes desempenhou um papel preponderante ao levar ao país os sinais do desespero de quem estava desamparado.
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Junho 1, 2026 . 09:30








