
Luís Filipe Coito
A solidariedade está a ajudar a reerguer a filarmónica mais antiga do concelho
A sede ficou destruída, os ensaios espalharam-se por vários espaços da freguesia e alguns dos projetos tiveram de ficar em suspenso. Ainda assim, a Filarmónica de Monte Redondo continua a resistir às consequências deixadas pela depressão Kristin ao som da música, da união entre músicos e alunos e de uma onda de solidariedade.
Cinco meses depois da depressão Kristin ter deixado marcas profundas na sede da Filarmónica Nossa Senhora da Piedade de Monte Redondo, a mais antiga do concelho de Leiria, continua longe da normalidade. Mas, no meio dos estragos deixados pela tempestade, dos projetos suspensos e das salas improvisadas, há algo que não caiu: a união de quem vive diariamente aquela casa.
Hoje, os ensaios dividem-se entre a sede, o Centro Escolar de Monte Redondo, salas da catequese e o salão paroquial de Fonte Cova. Os músicos já não se cruzam da mesma forma nos corredores da sede, mas mesmo assim, a música continua.“Estamos todos divididos, mas ao mesmo tempo todos em sintonia”, resumiu Sofia Sousa, secretária da direção da filarmónica.
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Junho 30, 2026 . 12:00







