
Bactéria obriga ao encerramento de uma piscina do Complexo Municipal de Leiria
Uma das piscinas do Complexo Municipal de Leiria encontra-se encerrada desde sexta-feira, após ter sido detectada a presença de uma bactéria durante as análises de controlo da qualidade da água. A medida foi tomada em cumprimento dos protocolos definidos pela Direção-Geral da Saúde (DGS), confirmou ao Diário de Leiria o vereador com o pelouro do Desporto, Carlos Palheira.
Segundo o autarca, a bactéria foi identificada "em quantidades baixas", mas a legislação obriga ao encerramento imediato do tanque afetado, à realização de uma higienização profunda e à recolha de novas amostras antes da reabertura.
"Teve que se agir de acordo com o protocolo, que é encerrar o tanque, fazer uma higienização profunda ao espaço e agora temos de esperar pela nova análise para abrir", explicou.
De acordo com Carlos Palheira, a presença da bactéria foi identificada na sexta-feira, tendo a piscina sido encerrada logo após o conhecimento dos resultados laboratoriais.
O vereador esclareceu que a situação está circunscrita a um único tanque e garantiu que as restantes piscinas do complexo continuam a funcionar normalmente. "Os tanques funcionam todos de forma autónoma. Num dos tanques há uma presença [de uma bactéria]. Todos os outros tanques, nas leituras e nas análises, têm resultados zero, em todos os parâmetros, tanto físico-químicos como bacteriológicos", afirmou.
O responsável adiantou ainda que esta bactéria "nunca tinha sido detectada" naquele tanque, razão pela qual foi desencadeado o procedimento previsto, que inclui a desinfecção integral do tanque, das tubagens e dos restantes componentes do sistema, seguida de uma contra-análise.
Quanto à reabertura, Carlos Palheira referiu que o município aguarda os resultados das novas análises, admitindo que estes possam chegar "talvez amanhã [quinta-feira]". Caso os resultados confirmem a inexistência da bactéria, a piscina poderá reabrir de imediato.
O encerramento afetou apenas as actividades previstas naquele tanque. No caso dos clubes, a gestão dos atletas/utentes ficou a cargo de cada entidade. "As actividades naquela piscina foram encerradas. No caso dos clubes, eles é que fazem a gestão dos seus utentes, se os reencaminharam para as outras piscinas [de competição] ou não. Os clubes é que decidem", concluiu o vereador.







