
Extramuralhas usa a música e a arte para combater o ódio
‘Mais empatia, melhor humanidade’ é o lema da 14.º edição do festival gótico Extramuralhas que este ano pretende usar a arte e a cultura para ‘combater’ o ódio, as guerras e os conflitos que, nos últimos tempos, têm falado mais alto pelo mundo fora.
Segundo a Fade In, associação que organiza o festival, o lema resume a posição do Extramuralhas: uma “voz de apaziguamento entre a cacofonia de ódio e intolerância crescente no nosso país - e que recusamos normalizar”.
“Há uns tempos vimos o americano Elon Musk ter uma intervenção ‘elonmuskiana’ onde diz que ‘empatia é uma fraqueza do ser humano’ e a Fade In não podia estar mais em desacordo com ele. Achamos que a empatia é o que nos torna humanos. Estamos perante um momento em que o mundo vive uma convulsão, um retrocesso civilizacional, guerras, e é muito importante cultivarmos a empatia, colocarmo-nos nos sapatos dos outros, sentir o que o outro sente”, sublinhou o presidente da Associação Fade In, responsável pela organização do evento, Carlos Matos, acrescentando que só desta forma é que o mundo se tornará “mais pacífico”.
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