
Ricardo Santos é o candidato da IL à Câmara de Pombal
O empresário Ricardo Santos lidera a lista da Iniciativa Liberal (IL) à Câmara de Pombal, com o candidato a defender a necessidade de uma boa gestão dos recursos municipais.
Ricardo Santos declarou que pretende “chamar a atenção ao poder político e a quem toma as decisões, da importância que é uma boa gestão dos recursos municipais, ou seja, do dinheiro que é fruto do trabalho de todos os que cá vivem e que pagam impostos”.
Nesse sentido, o candidato, de 44 anos, salientou a importância de se ter “um cuidado extra em todas as despesas e não pode ser só gastar só porque existe o dinheiro”.
“O município tem capacidade de baixar alguns impostos. Não vale a pena não os baixar e estar a gastar dinheiro desnecessário ou menos estratégico”, considerou, referindo que a candidatura da IL quer “chamar a atenção para isso e devolver muito daquilo que a Câmara tem assumido à sociedade civil”.
Sobre as prioridades do seu programa eleitoral, Ricardo Santos apontou a gestão financeira, a manutenção e gestão do espaço público e “uma aposta grande no desenvolvimento económico”.
Segundo o candidato, esse desenvolvimento não se deve limitar apenas a “tentar aumentar as zonas industriais, mas ter uma postura mais estratégica”.
“Não estamos a atrair pessoas para o concelho, para virem para cá viver, sabendo que estamos praticamente em pleno emprego, e acho que isso é uma das coisas que não está a funcionar bem”, alertou, preconizando a necessidade de se apostar na atratividade do território, para que mais pessoas se fixem no município.
O candidato da IL afirmou que “emprego há, as empresas precisam de contratar pessoas, precisam de se desenvolver”, defendendo “esta dupla aposta”, a criação de condições para mais empresas se fixarem e crescerem, e ter “um desenvolvimento social”, para atrair mais residentes.
Sobre o objetivo eleitoral, o cabeça de lista adiantou que é a eleição, porque é a forma que garante à IL conseguir fazer o seu “trabalho de uma forma mais real e com mais capacidade”.
“Estamos aqui com uma ambição não política, mas uma ambição mais para o concelho, para que se desenvolva e que consigamos criar mais condições. Principalmente, que as pessoas consigam atingir o seu próprio sucesso e que esse sucesso não dependa de qualquer decisão da Câmara, mas que a Câmara seja o garante de que não há entraves para as pessoas atingirem o seu sucesso”, acrescentou.







