
Marinha Grande defende ajuste do Programa Mar 2030 para recuperar a região
O presidente da Câmara da Marinha Grande, Paulo Vicente defendeu um ajuste do programa Mar 20230 para fazer face aos danos e prejuízos causados pela depressão Kristin. O autarca falava numa reunião realizada na semana passada, que juntou à mesma mesa o município, a Junta de Freguesia de Vieira de Leiria, a Associação de Desenvolvimento da Alta Estremadura (ADAE) e a gestora do Mar 2030, com vista a apoiar a recuperação da região.
Durante o encontro, a gestora do Mar 2030, Dina Ferreira, tomou conhecimento dos impactos significativos causados pelas recentes intempéries, que afetaram de forma grave diversas infraestruturas, incluindo equipamentos financiados pelo próprio programa, alguns dos quais se encontram danificados ou desaparecidos. Perante esta situação, Alcina Costa, da ADAE, apelou à necessidade de flexibilização e adaptação da publicação de avisos, de forma a permitir respostas rápidas e eficazes às necessidades emergentes e assegurar a canalização de meios para apoiar projetos públicos e privados severamente afetados.
Paulo Vicente destacou a gravidade dos prejuízos e sublinhou que a existência de um financiamento excecional, ajustado às circunstâncias extraordinárias que a região atravessa, representaria uma mais valia determinante para acelerar a sua recuperação, segundo revela uma nota do município.
De referir que o Programa Mar 2030, cofinanciado pela União Europeia, tem como prioridades o fomento de uma pesca sustentável, a conservação dos recursos biológicos aquáticos, o desenvolvimento de uma economia azul sustentável nas regiões costeiras, insulares e interiores, bem como o reforço da governação internacional dos oceanos e a garantia de mares e oceanos seguros, protegidos e geridos de forma sustentável, esclarece a autarquia.|








