Gregório Teixeira pede ainda“a adoção de medidas coercivas adequadas”, como “a notificação imediata dos dirigentes para a cessação do exercício ilegítimo de funções”
O ministro das Finanças alertou ainda que o parlamento é que irá decidir, através das propostas de alteração ao Orçamento do Estado, se existirá excedente ou défice em 2026