O antigo chefe de Estado referiu que essa condecoração distingue “todos os militares, todos os trabalhadores portugueses, todos os intelectuais, enfim, toda a comunidade nacional”, sendo “muito generosa”.
Em 25 de abril de 1974, Celeste Caeiro (1933-2024) ofereceu a um militar um cravo, que este colocou no cano da espingarda, gesto que a mulher repetiu com outros soldados, em Lisboa, e que se tornaria no símbolo da revolução.