O Ministério Público pediu prisão preventiva para quatro polícias, sendo um deles chefe da PSP, prisão domiciliária para três agentes e para os restantes suspensão de funções e proibição de contactos com as vítimas.
O tribunal coletivo deu como provado que, pelas 12h30 de dia 26 de julho de 2025, na zona de Vila Facaia, o jovem decidiu atear fogo a uma zona florestal
Após cumprimento das formalidades legais, o detido foi conduzido ao Estabelecimento Prisional de Leiria, onde iniciará o cumprimento da pena de 7 anos de prisão efetiva.