O 'modus operandi' passava por utilizar os ficheiros de pornografia de menores nas conversas que mantinha com adultos e menores, todos do sexo masculino, através das redes sociais, fazendo passar-se por uma menina, utilizando inclusivamente aplicações que alteravam a voz e a sua localização.
A polícia explicou ainda que na verificação inicial dos agentes “foram observadas diversas escoriações e hematomas no corpo e na cabeça da vítima, algumas aparentemente recentes, circunstâncias que suscitaram suspeitas quanto às causas da morte”.
Operação decorreu em Coimbra, Lisboa, Mafra e Oeiras e no inquérito com 37 arguidos está em causa a alegada realização por câmaras municipais e juntas de freguesia