José Manuel Pureza falava aos jornalistas à margem do Encontro do Trabalho do Bloco de Esquerda quando questionado a propósito do relatório da Presidência da República sobre o mau tempo do início do ano
Referindo identificar-se com o documento, Paulo Fernandes considerou-o “muito importante”, não só “uma reflexão sobre um dos acontecimentos naturais mais dramáticos”, como também o facto de o Presidente da República ter uma “enorme preocupação" de fazer parte das soluções
Para o líder do PS, o apagão, os incêndios de 2025 e agora o relatório das tempestades sustentam a “palavra desmazelo, que melhor caracteriza a resposta do Governo aos momentos mais críticos”
Jorge Vala, também presidente da Câmara de Porto de Mós, assinalou ainda o facto de o relatório – “um bom documento” - ter sido feito num curto período
Esta é uma das conclusões do relatório da Presidência Aberta na Zona Centro do país, realizada pelo Presidente da República, António José Seguro, entre 6 e 10 de abril
Gonçalo Lopes começou por assinalar que o relatório confirma o que “os municípios têm vindo a alertar desde o primeiro dia”, que a depressão Kristin, em 28 de janeiro, “não foi apenas um fenómeno extremo circunscrito aos dias da emergência”
Nas conclusões do relatório de 96 páginas, é ainda admitido que “a crise expôs um défice estrutural de preparação prévia, tanto ao nível institucional como ao nível social”
No relatório da Presidência Aberta na Zona Centro do país, realizada por António José Seguro entre 6 e 10 de abril às zonas afetadas pelas tempestades o chefe de Estado avisa que “para muitas famílias, empresas e comunidades, esta crise ainda não terminou”