Recorde-se que o relatório da IGAS, divulgado este mês, concluiu que o médico ganhou mais de 700 mil euros em três anos de cirurgias adicionais e propôs, aprovou e codificou as suas próprias cirurgias mais de 350 vezes
Até à data, a maioria dos doentes da região que necessitava de estudos eletrofisiológicos ou de ablação de arritmias, tinha de ser transferida para hospitais centrais em Coimbra ou Lisboa
Uma das propostas foi excluída por “apresentar um valor superior ao preço base definido para o procedimento” e as restantes por não cumprirem os termos e condições previstos nas peças concursais.
Falha está a impedir o acesso aos processos clínicos dos utentes, a prescrição de medicamentos e a requisição de exames, alertou hoje o Sindicato Independente dos Médicos.