Cláudio Coimbra e um irmão estão acusados de um crime de ofensa à integridade física qualificada por terem dado um murro e depois pontapeado na cabeça, já no chão, um militar fora de serviço
Os arguidos, de 25 e 58 anos, que estavam em prisão preventiva, foram condenados na pena única de dois anos e nove meses de prisão, por seis crimes de burla, um dos quais tentado, com o coletivo de juízes a recusar suspender a ambos a pena de prisão.
O julgamento do irmão do primeiro-ministro espanhol e mais dez pessoas por tráfico de influências arrancou ontem em Badajoz e tem sessões marcadas até 10 de junho, para audição de 42 testemunhas e dos 11 acusados
O tribunal coletivo deu como provado que, pelas 12h30 de dia 26 de julho de 2025, na zona de Vila Facaia, o jovem decidiu atear fogo a uma zona florestal
Tudo começou quando a vítima confrontou um dos elementos que integravam o grupo do arguido, por ter tido a perceção de que um deles teria adulterado a bebida de uma jovem