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Mortalidade por tumores malignos com tendência crescente nos últimos 30 anos

Informação foi divulgada pelo Instituto Nacional de Estatística para assinalar o Dia Mundial da Luta Contra o Cancro

A taxa de mortalidade por tumores malignos apresentou uma tendência crescente nos últimos 30 anos, de acordo com a informação hoje divulgada pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) para assinalar o Dia Mundial da Luta Contra o Cancro.

Os dados mais recentes mostram que a taxa de mortalidade por tumores malignos em Portugal foi de 2,7%, em 2022, com o Alentejo a apresentar um valor de 3,3%.

Os tumores malignos causaram 22,4% dos óbitos dos residentes em Portugal naquele ano, com destaque para os problemas da traqueia, brônquios e pulmões (4.410 óbitos) em 2022.

As patologias malignas do cólon causaram naquele ano 2.445 mortes e as do estômago 1.987.

Os tumores malignos atingem mais significativamente os homens.

Dados de 2019 indicam que quatro em cada dez pessoas tinham realizado um exame de rastreio ao cancro do cólon e do reto, sendo superior a frequência dos exames para diagnosticar eventuais cancros da mama e do colo do útero.

Uma grande maioria de mulheres (80,2%) entre os 50 e os 69 anos, referiu ter realizado uma mamografia nos dois anos antes anteriores à entrevista do INE.

Enquanto 43% da população, entre os 50 e os 74 anos, afirmou ter feito uma colonoscopia nos 10 anos anteriores à entrevista, 65,5% das mulheres, entre os 20 e os 69 anos, assumiu ter realizado uma citologia cervical nos três anos anteriores.

 

Fevereiro 4, 2025 . 13:34

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