
Mais de metade das famílias apoiadas pela Cáritas de Leiria são estrangeiras
Os novos pedidos de ajuda que chegam à Cáritas Diocesana de Leiria-Fátima são, em grande parte, de imigrantes que enfrentam “dificuldades profundas”. A afirmação é da presidente da Cáritas de Leiria-Fátima, Ana Isabel Mota, que demonstrou preocupação com a realidade encontrada durante as visitas domiciliárias.“[Os imigrantes] Vivem em condições precárias. Realmente é grave”, alertou.
Os dados disponibilizados ao nosso jornal revelam que já este ano mais de metade das famílias apoiadas pela Cáritas são estrangeiras. A instituição acompanha famílias de 15 nacionalidades. Destas, 26, 96% correspondem a famílias de origem brasileira. As famílias angolanas representam 13,04% e com menor expressão os venezuelanos, com 3,48%. O apoio prestado a famílias portuguesas representa 44, 35%.
A habitação é um dos maiores problemas enfrentados pelos imigrantes que procuram ajuda da instituição, mas também a regularização da documentação se tem tornado um desafio.
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