
Fátima e Argenteuil assinam acordo de geminação
A cidade de Fátima e a cidade de Argenteuil, França, formalizaram um acordo de geminação, com o objetivo de consolidar os laços de amizade, cooperação e intercâmbio entre as duas comunidades.
A proposta do acordo de geminação foi aprovada, por unanimidade, em Assembleia de Freguesia, e vê agora a sua concretização.
A cerimónia decorreu no Dia da Europa, na passada sexta-feira, no âmbito de uma deslocação oficial da comitiva da Junta de Freguesia de Fátima a Argenteuil, participando em diversas atividades institucionais e culturais. Um dos momentos mais marcantes da viagem, revela a junta em comunicado, foi a participação na cerimónia de encerramento de ostentação da Túnica Sagrada de Cristo, realizada na Basílica de Saint-Denys em Argenteuil. “Esta relíquia, de profundo significado espiritual, é exposta ao público apenas uma vez a cada 25 anos, o que conferiu à ocasião um caráter verdadeiramente histórico e significante”, salienta a junta, que considera esta geminação “uma oportunidade estratégica para aproximar os povos, reforçar a cooperação europeia e abrir novas perspetivas de desenvolvimento nas áreas social, cultural, educativa e económica”.
Em comunicado, a Junta de Freguesia de Fátima esclarece que o acordo com “consolidar as relações institucionais, respeitando o princípio da subsidiariedade”, assim como permitirá “estabelecer vínculos permanentes entre as duas cidades através do diálogo e da cooperação em várias áreas”. Por outro lado, a geminação pretende ainda “promover intercâmbios entre os cidadãos, reforçando o sentimento de fraternidade europeia e de ligação aos nossos emigrantes”, ao mesmo tempo em que visa exaltar “o espírito de solidariedade entre as duas cidades”; e “valorizar os princípios da liberdade, democracia, igualdade e Estado de Direito”.
Entre outros aspetos, o acordo pretende igualmente “estimular o diálogo cultural e patrimonial entre as comunidades”; “garantir a participação em eventos em ambas as cidades”; “fomentar a valorização do património natural e agrícola, com a partilha de experiências”; e “mobilizar recursos locais para o êxito de um projeto comum de paz, progresso e prosperidade”.
“O acordo agora firmado representa um compromisso de longo prazo, assente na amizade entre as comunidades, no respeito mútuo e na vontade de construir um futuro comum mais próspero e solidário”, conclui a junta.








