
ADN aposta em Nuno Barroso para a Câmara de Leiria
A Alternativa Democrática Nacional (ADN) candidata à Câmara de Leiria Nuno Barroso. À agência Lusa, o candidato, de 48 anos, político, músico, autor e compositor, afirmou que foram diversas as motivações que o levaram a aceitar ser cabeça de lista, como “a identidade, a cultura”, assim como “defender as tradições, a história, a portugalidade”.
Entre as motivações do candidato estão, igualmente, a segurança e o combate à criminalidade. Defensor da criação da Polícia Municipal, o candidato critica a extinção do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, considerando que “a imigração está descontrolada”.
O militante do ADN referiu ainda a necessidade de tentar melhorar a economia local, assim como apoiar as pequenas e médias empresas, a educação e a juventude.
Segundo o cabeça de lista, a campanha da candidatura, que tem como lema ‘Eu amo Leiria’, pretende criar um cartão com a mesma designação, para os leirienses poderem ter acesso gratuito “ao património cultural, identitário, património histórico”, museus e exposições.
A solidariedade social, “apoiando famílias e idosos”, e “garantir a dignidade a quem precisa”, é outra das áreas que destacou, assim como, no ambiente, a proteção do rio Lis, que “está muito poluído”, e para o qual defende “uma solução vasta”.
Acresce a reflorestação do Pinhal de Leiria, que deve ter “uma estratégia de prevenção”, para que se possa, “o mais possível, combater esta tragédia que é os incêndios e os fogos recorrentes todos os anos”.
Nuno Henriques Barroso, monárquico, considerou ser necessária uma alteração “estrutural de pensamento na política”, sustentando que o movimento participativo de cidadania “deve pertencer, precisamente, a quem se oferece para alterar este paradigma do PS e do PSD”, colocando “os interesses da população acima de quaisquer outros”.
Salientando que a sua candidatura “é altruísta, de um partido que está em ascensão”, mas que “tem uma visão renovada daquilo que pode ser a política portuguesa”, o candidato referiu-se a Leiria como “uma terra lindíssima”, cuja identidade tem de ser preservada e valorizada.
“O que nós queremos é uma comunidade cada vez mais segura, justa, equilibrada, com apoio aos desfavorecidos, como é lógico, e tentar fazer a reintegração dos mesmos na sociedade civil, mas onde a ordem pública tenha de ser respeitada e o apoio social seja feito com dignidade”, adiantou.








