
Falta de eficácia castiga Peniche
Numa tarde de inverno, o Peniche recebeu o Oliveira do Hospital, e num relvado bastante mal tratado, não foi além de um empate, num jogo em que pecou na finalização.
Num relvado bastante pesado e que condicionou o jogo, o Peniche foi desde cedo procurando fazer valer o fator casa e paulatinamente foi conseguindo algum domínio. Contudo, a melhor oportunidade surgiu aos 30'. Na sequência de um cruzamento da direita, Tony Correia apareceu completamente isolado, e com tudo para fazer o golo, cabeceou ao lado.
Pouco depois, aos 40', nova grande oportunidade para a equipa de Tiago Vicente, com Diogo Lamas, só com Pedro Cardoso pela frente, permitiu a defesa ao guardião visitante.
Relvado pesado
Depois de uma primeira parte equilibrada, mas em que as ocasiões claras de golo pertenceram ao GD Peniche, o FC Oliveira do Hospital entrou melhor na etapa complementar e no seguimento de um canto, criou algum perigo, num remate de Mairlon Oliveira que suscitou muitos protestos por alegada mão na bola de Diogo Lamas.
Passado o susto, foi novamente o GD Peniche quem esteve muito perto de inaugurar o marcador, quando aos 55', Ulisses Oliveira assistiu com mestria Rafael Baião, que só com Pedro Cardoso pela frente, rematou fraco.
A partir daqui, o jogo entrou numa fase mais desinteressante, com muitas paragens e com os jogadores a mostrarem cada vez menos disponibilidade física, tal o desgaste que o pesado relvado lhes foi provocando. Assim não foi de estranhar que apenas se tenha verificado mais um lance de perigo e mesmo em cima do apito final, com João Batista a não conseguir chegar a um cruzamento perigoso de Tiago Ferreira.
Boa arbitragem do trio comandado por Bruno Fragoso.







