
Reposição das telecomunicações fixas ainda bastante atrasada
"Temos vários problemas nos diferentes operadores com a parte fixa e a situação mais complicada, aquela que sabíamos ir demorar mais, é a questão da fibra ótica”, disse à agência Lusa Paulo Fernandes.
Segundo o responsável, que falava à agência Lusa, hoje, em Leiria, no final da conferência “Economia, Risco e Resiliência Depois da Tempestade Kristin”, os últimos dados apontam para que demore entre cinco a seis meses para que a fibra seja reposta.
“O que está a acontecer é que procuramos criar modelos muito cirúrgicos para entidades críticas para tentar mitigar o que seja o fecho de uma empresa que precisa da fibra para as máquinas funcionarem”, frisou.
O coordenador da Estrutura de Missão disse ainda que o abastecimento de energia elétrica os territórios atingidos está praticamente nos 100%, tirando casos pontuais e situações em que de decorrem de avarias do próprio sistema falhas.
As telecomunicações móveis também já estão totalmente repostas.







