
Em Alvaiázere, Seguro descobriu o disc golf e exaltou o poder local
Marcou um golo no disc golf. Mas, já lá vamos. A última paragem de António José Seguro no âmbito da sua primeira Presidência Aberta foi no concelho de Alvaiázere, onde visitou o Parque Botânico da Mata do Carrascal, ainda com ‘despojos’ da depressão Kristin.
Uma preocupação para o presidente da Câmara, João Paulo Guerreiro, sentida também pelo Presidente da República, que espera “que se encontrem soluções para limpar o parque, os caminhos florestais, os aceiros”, porque “estamos a entrar numa altura muito crítica”. Junto da população, apelou a que “todos façam a sua parte”.
“Que o nosso comportamento responsável evite tragédias”, disse.
Seguro ouviu ainda do autarca o apelo para que o Governo considere como “medida execional” a manutenção, no Plano de Recuperação e Resiliência, das obras de requalificação da Escola Básica e Secundária Dr. Manuel Ribeiro Ferreira, afetada pela tempestade e que sofreu atrasos. “Sofrendo este problema, uma Câmara como a de Alvaiázere não tem condições financeiras de, se a obra cair, financeiramente a sustentar.
Precisamos que seja considerado nestas obras do PRR como uma medida excecional”, explicou.
Já a caminho do pavilhão desportivo, Seguro descobriu o disc golf, uma modalidade semelhante ao golfe, que usa um disco de plástico em vez da bola, e que é uma das apostas turísticas no concelho.
O Chefe de Estado exaltou ainda o poder local.
“Faço um desafio: imaginem que não havia juntas de freguesia nem câmaras municipais. Como é que teria sido a reação a este comboio de tempestades? É precisamente nestes momentos que temos de perceber a importância do poder local porque ela é a primeira ajuda, e apesar de muitas das coisas que faz não estar sequer no âmbito das suas competências, está no âmbito do seu coração e do cuidar das populações, muitas vezes desprotegidas, sobretudo no interior de Portugal”, disse.
João Paulo Guerreiro deixou um “agradecimento e reconhecimento” a Seguro, “um defensor da coesão nacional”. O autarca espera que da Presidência Aberta saia uma coesão “cada vez mais sólida”.








