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Comandante dos Bombeiros Voluntários viveu a tempestade entre o instinto e a missão
Paulo Grilo assistiu “ao vivo” à violência da tempestade a partir do quartel de Monte Redondo, numa madrugada que recorda pela dificuldade em gerir o caos dentro e fora dos quartéis
Os pedidos de socorro não paravam de chegar, mas muitas vezes não havia forma de lá chegar. Estradas bloqueadas, árvores tombadas e viaturas de socorro presas debaixo de escombros transformaram as primeiras horas da depressão Kristin num dos momentos mais difíceis da história recente dos Bombeiros Voluntários de Leiria.
O comandante da corporação, Paulo Grilo, encontrava-se no quartel de Monte Redondo quando começou a assistir, em tempo real, à violência da tempestade. À medida que o vento ganhava força e os alertas se multiplicavam, percebeu rapidamente que a destruição não estava apenas a atingir a cidade, mas também as próprias infraestruturas dos bombeiros.
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Maio 24, 2026 . 08:30








