
Comissão Europeia acompanha situação na Venezuela após sismos
A Comissão Europeia disponibilizou-se hoje para ajudar a Venezuela na sequência de dois sismos que causaram pelo menos 32 mortos e 700 feridos na noite passada.
“Estamos a acompanhar a situação juntamente com as nossas equipas no terreno e os nossos parceiros no país”, escreveu a comissária europeia responsável pela Gestão de Crises, Hadja Lahbib, numa publicação na rede social X.
“Os parceiros financiados pela UE já estão a prestar ajuda no local, o sistema [de localização por satélite] Copernicus foi ativado e estamos prontos para reforçar a assistência, se necessário”, adiantou Hadja Lahbib.
Esta manhã, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, manifestou solidariedade da União Europeia (UE) com a Venezuela.
A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, disse que os dois sismos que atingiram a região central do país causaram pelo menos 32 mortos e mais de 700 feridos.
"Neste momento, temos relatos de 32 mortes, sem incluir os números que o estado de La Guaira possa fornecer, e mais de 700 feridos que estamos a receber nas urgências dos hospitais públicos e centros de saúde privados", declarou Rodríguez, numa declaração transmitida pela emissora estatal Venezolana de Televisión.
A chefe de Estado disse que La Guaira terá sido a região mais afetada e declarou o estado, situado perto da capital, no norte do país sul-americano, como uma "zona de desastre".
Rodríguez admitiu que são esperadas mais vítimas mortais, à medida que decorrem os esforços de resgate e salvamento, após os sismos de magnitude 7,5 e 7,2 na escala de Richter, na quarta-feira, com apenas 39 segundos de intervalo.








