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Galp e Cruz Vermelha lançam programa para apoiar vítimas do mau tempo

O programa inclui também medidas de preparação para futuras crises, como micro-hubs comunitários com energia e comunicações, reboques de apoio a evacuações, unidades móveis de comunicações por satélite e ações de formação em primeiros socorros

Fundação Galp e a Cruz Vermelha Portuguesa lançaram o ‘Programa Galp | Resiliência Comunitária 2026’, uma iniciativa de um milhão de euros destinada a apoiar as populações afetadas pelas recentes tempestades e inundações em Portugal, assegurando resposta de emergência, recuperação social e reforço da preparação para eventos climáticos extremos.

O programa, já em execução no terreno pela Cruz Vermelha Portuguesa, estrutura-se em três fases: resposta imediata à emergência, recuperação das comunidades e reforço da resiliência futura, ao longo de 12 meses.

Na fase inicial, já concluída em parte das zonas afetadas, foram garantidas condições de alojamento temporário digno e serviços básicos.

No concelho da Marinha Grande, foram instalados 11 módulos habitacionais de emergência e dois módulos sanitários autónomos, permitindo acolher nove agregados familiares cujas habitações ficaram inutilizadas.

Segundo a administração da Galp, representada por João Marques da Silva, o objetivo do programa é conjugar resposta rápida com impacto estrutural: apoiar as populações na crise imediata e preparar melhor o futuro.

A segunda fase centra-se na recuperação económica e social, incluindo apoio financeiro direto a 72 famílias ao longo de 12 meses, micro-subvenções a 38 pequenos negócios e acompanhamento psicossocial para cerca de 80 famílias em situação de maior vulnerabilidade, abrangendo aproximadamente 300 pessoas.

“Perante uma emergência, a Cruz Vermelha Portuguesa está onde é mais necessária: ao lado das pessoas. Esta parceria com a Fundação Galp permite-nos reforçar a resposta no terreno, apoiar famílias e pequenos negócios afetados e preparar melhor as comunidades para futuros eventos extremos, sempre com a dignidade humana no centro da nossa ação”, afirmou António Saraiva, presidente da Cruz Vermelha Portuguesa, citado numa nota de imprensa.

O programa inclui também medidas de preparação para futuras crises, como micro-hubs comunitários com energia e comunicações, reboques de apoio a evacuações, unidades móveis de comunicações por satélite e ações de formação em primeiros socorros, dirigidas a comunidades e escolas, incluindo distribuição de kits de emergência

As candidaturas estão disponíveis nos sites da Cruz Vermelha Portuguesa e da Galp.

Julho 2, 2026 . 15:30

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