
Santa Eufémia celebra a fé e a tradição religiosa com vigília, missa e procissão
Santa Eufémia prepara-se para viver, uma vez mais, as festividades em honra de Nossa Senhora da Conceição e de Cristo Ressuscitado, uma celebração profundamente enraizada no território. A programação religiosa é, como sempre, um dos momentos altos das festividades, reunindo a comunidade em torno da fé e num espírito de reflexão e partilha, com a habitual missa e procissão.
Os novos padres responsáveis pela Unidade Pastoral da Caranguejeira, que integra as paróquias de Arrabal, Boa Vista, Caranguejeira e Santa Eufémia, encaram esta celebração como uma oportunidade de convívio e sublinham a importância da sua realização para o “crescimento da fé”.
Apesar deste ser o primeiro ano como párocos de Santa Eufémia, Marcelo de Moraes e António Cardoso imaginam ser um “momento de grande emoção, como é hábito nas festas religiosas”.
É com a Vigília Pascal, a realizar pelas 19h00 de hoje que as festividades arrancam, seguindo-se depois a habitual alvorada e abertura do restaurante, pelas 19h30.
De acordo com os párocos, a procissão, que se irá realizar na segunda-feira, dia 21, seguida de missa, é sempre o “ponto central da vida cristã católica”. “Uma procissão é sempre uma expressão pública da fé, daí a sua importância”, sublinham.
Também a missa da “segunda-feira da Pascoela” será celebrada com especial significado, com a homilia a cargo de um sacerdote natural ou com ligação à paróquia de Santa Eufémia.
As festas, inseridas no tempo pascal, assumem um valor simbólico profundo e, segundo os sacerdotes, têm duas funções: “São ocasião de testemunho e louvor a Deus pelo que Ele fez na vida dos Santos, que intercedem por nós, e também, não menos importante, servem para o convívio comunitário”, realçam Marcelo de Moraes e António Cardoso, acrescentando que a festa em honra da padroeira “é significativa”, porque “pode deixar este sinal de que uma igreja viva é sempre uma igreja que fundamenta a sua fé no encontro com Jesus Ressuscitado”.
Os párocos acreditam que, por parte dos festeiros, a preparação do evento tem sido “muito exigente”, mas, por outro lado, “tende a ser gratificante, quando se faz com gosto e com sentido de serviço à comunidade”.
Questionados sobre como gostariam de ver evoluir estas celebrações nos próximos anos, os párocos foram perentórios.
“Pensamos em manter como está. Qualquer mudança teria de ser através de uma proposta da comunidade ou do conselho pastoral e não uma iniciativa dos párocos”, asseguraram.








