
Juventude Vidigalense volta a afirmar ambição nacional no arranque da época
O início de 2026 marca mais uma etapa no percurso competitivo da Juventude Vidigalense, que entra na época 2025/2026 com a ambição de dar continuidade ao trabalho que tem vindo a afirmar o clube como uma referência nacional, em particular ao nível da formação, mas também nos escalões intermédios e seniores.
“O Juventude Vidigalense é mais do que um clube, é uma identidade construída na formação e na aposta contínua no desenvolvimento dos nossos atletas. Entramos em mais uma época com a ambição coletiva de consolidar o projeto”, apontou o presidente do clube, Nuno Cordeiro.
A Juventude Vidigalense inicia agora um novo ciclo competitivo, com um conjunto alargado de Campeonatos Nacionais distribuídos entre os meses de janeiro, fevereiro e março, onde o clube pretende voltar a discutir resultados coletivos de relevo e a afirmar a qualidade do seu projeto desportivo.
“Avançamos para mais uma época desportiva com a ambição de sempre: estar presentes nos pódios nacionais em todos os escalões. Felizmente para a modalidade, temos assistido a um claro aumento qualitativo de muitos clubes, o que torna este desafio cada vez mais exigente. Ainda assim, temos conseguido afirmar-nos como uma referência a nível nacional, como ficou bem patente nos sucessos alcançados na época transata. O nosso objetivo é dar continuidade a esse percurso e reforçar este legado”, sublinhou João Bernardo, diretor desportivo.
O calendário nacional começa já a 17 de janeiro, na Figueira da Foz, com os Campeonatos Nacionais de 10 km em Estrada. Segue-se, no final do mês, a realização dos Campeonatos Nacionais de Provas Combinadas em Pista Curta, destinados aos escalões sub-18, sub-20 e sub-23, em Braga, nos dias 24 e 25 de janeiro. No mesmo fim de semana, Porto de Mós acolhe os Campeonatos Nacionais de Marcha em Estrada de Maratona, envolvendo atletas sub-23, absolutos e veteranos.
Ainda em janeiro realiza-se a Final Nacional do Triatlo Técnico, em Braga, uma competição de referência no panorama da formação jovem. Esta prova é disputada por Associações Distritais, pelo que os atletas da Juventude Vidigalense apenas participarão caso venham a ser convocados para representar a seleção distrital, estando a convocatória ainda por definir.
O mês de fevereiro concentra algumas das competições mais relevantes da época de pista curta. O Expocentro de Pombal recebe os Campeonatos Nacionais sub-18 e os Campeonatos Nacionais sub-20, enquanto Braga acolhe os Campeonatos Nacionais de Clubes em Pista Curta. Nesta competição, a equipa masculina da Juventude Vidigalense volta a competir na 1.ª Divisão, com o objetivo de discutir os lugares de pódio, enquanto a equipa feminina entra em prova na 2.ª Divisão, com a ambição de alcançar a vitória coletiva e garantir o regresso à 1.ª Divisão na época seguinte.
Ainda neste período realizam-se os Campeonatos Nacionais de Lançamentos Longos, que ajudam a definir os convocados para a Taça de Europa de Lançamentos, e, já no final de fevereiro e início de março, os Campeonatos de Portugal em Pista Curta, que incluem também as provas combinadas. O calendário nacional encerra com os Campeonatos Nacionais Sub-23, a disputar em Braga, nos dias 7 e 8 de março.
Paralelamente aos Campeonatos Nacionais, os meses de janeiro e fevereiro incluem também Campeonatos Distritais, meetings e provas de preparação, fundamentais para a obtenção de marcas de qualificação e para a consolidação do trabalho competitivo. Estas competições decorrem maioritariamente no Expocentro de Pombal e no Centro Nacional de Lançamentos.
O enquadramento competitivo da época 2025/2026 assenta nos resultados alcançados no inverno da época 2024/2025, onde a Juventude Vidigalense registou um desempenho coletivo e individual de grande relevo. Nesse período, o clube alcançou o 2.º lugar nacional sub-18 em ambos os géneros, apenas atrás do Sporting CP, o 2.º lugar nacional sub-20 masculinos, o 3.º lugar sub-20 femininos, bem como o 2.º lugar nacional sub-23 femininos.
A nível individual, foram conquistadas 60 medalhas nacionais durante o inverno passado, além de três recordes nacionais, dez recordes distritais e onze atletas com participações internacionais, números que refletem o trabalho contínuo desenvolvido ao nível da formação e do alto rendimento.







