Opinião de Clemente Pedro Nunes:
"O segundo Relatório Europeu irá indicar as medidas que serão necessárias para evitar mais apagões, mas é urgente que Portugal otimize desde já o Sistema Elétrico, conciliando a competitividade económica, a descarbonização e a segurança".
Opinião:
"A opção do atual governo de “ continuar a obrigar a um calvário burocrático” os proprietários de andares com rendas baixissimas para poderem obter “uma esmola do Estado” que os compense, e apenas duma forma muito reduzida, do confisco a que o próprio Governo os condena, é absolutamente lamentável".
Opinião:
"A principal etapa desta logística é a criação de Parques de Biomassa / Ecopontos Florestais, em todos os Concelhos de elevada densidade florestal, onde os proprietários colocarão biomassa, e serão aí remunerados para recuperarem os custos do correspondente corte e transporte".
Opinião de Clemente Pedro Nunes:
"Os consumidores portugueses têm às costas uma Dívida Tarifária do Setor Elétrico, que foi iniciada em 2008 no Governo de Sócrates e cujo valor é ainda de cerca de 2.000 milhões de euros, valor esse que terá de ser pago no futuro pelos consumidores, acrescida dos respetivos juros"
Opinião:
"Infelizmente, desde 2017 as políticas públicas têm privilegiado o “massacre dos proprietários do minifúndio”, aplicando-lhes coimas sem qualquer sentido estratégico, em vez de promover o investimento público em centros de recolha e triagem dos excedentes de biomassa nessas regiões".
Opinião:
"O aproveitamento energético dos excedentes de biomassa agro-florestal, para além de serem uma fonte renovável e nacional, tem também a vantagem complementar de retirar biomassa dos terrenos rurais, evitando assim a propagação dos incêndios, que muito afetam o Interior Rural durante o Verão".
Opinião:
"Em plena campanha eleitoral para a Assembleia da República, e num País que até tem um Ministro da Coesão Territorial, é importante confrontar os políticos com os contrastes brutais na forma como se utilizam os dinheiros públicos".
Opinião:
“A lógica dos investimentos públicos é terem como objetivo alavancarem o progresso económico e social do nosso País, potenciando a criação de riqueza para todos os portugueses”.