Opinião:
“Passos Coelho assume com clareza a necessidade de um entendimento governativo que inclua o Chega, a Iniciativa Liberal e o CDS. Não como um exercício de aritmética política, mas como uma plataforma de governação que obrigue à definição clara do alcance, do ritmo e da profundidade das reformas a implementar”.
Opinião:
"Portugal tem a oportunidade de dar o exemplo no avanço da resiliência hídrica, na proteção da saúde pública e na promoção de soluções tecnológicas sustentáveis"
Opinião:
"O próximo ato eleitoral pode assim marcar um ponto de viragem. Portugal tem diante de si a oportunidade de romper com a estagnação e iniciar um ciclo de renovação democrática e económica. Para isso, será necessário ultrapassar a lógica de ataques pessoais e recentrar o debate nas soluções que realmente podem transformar o país."
Opinião:
“A política energética nacional tem-se concentrado em procurar garantir preços baixos para os consumidores, mas falhou em impor obrigações técnicas aos produtores renováveis. Em contraste com a Dinamarca, onde parques eólicos devem fornecer serviços de suporte à rede, 78% da capacidade instalada em Portugal não contribui para a estabilidade da rede”.
Opinião:
"São necessários 20 vezes mais materiais e recursos críticos para produzir uma unidade de energia eólica do que a mesma unidade de energia nuclear, e 100 vezes mais espaço. Outro tanto para armazenar a energia produzida em baterias ou barragens. Qual parece ao caro leitor a energia mais limpa e sustentável? É urgente abrir sem tabus nem preconceitos este debate em Portugal".
Opinião:
"As energias renováveis exigem 200 vezes mais espaço físico do que a energia nuclear para produzirem a mesma quantidade de energia, e exigem entre 14 e 20 vezes mais recursos físicos minerais, dos quais muitos são minerais críticos cuja cadeia de extração e processamento estão hoje totalmente dominados pela China".
Opinião:
“A saída dos Estados Unidos do Acordo de Paris vem lançar uma nova pedrada neste pântano. De nada vale o esforço europeu, quando nos locais onde este problema efetivamente se resolverá ou não, as indústrias sujas e as verdes prosperam à custa dos sacrifícios europeus”.