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CRID promove sessão de cinema acessível

De entrada gratuita e aberta a toda a comunidade, a sessão é promovida pelo Centro de Recursos para a Inclusão Digital, da ESECS, que celebra este ano o seu 20.º aniversário.

A sessão de cinema acessível ‘Cinema para Todos’, inicialmente agendada para o final de janeiro e adiada devido à depressão Kristin, vai realizar-se amanhã, a partir das 20h00, no auditório 2 da Escola Superior de Educação e Ciências Sociais (ESECS) do Instituto Politécnico de Leiria (IPL).

De entrada gratuita e aberta a toda a comunidade, a sessão é promovida pelo CRID - Centro de Recursos para a Inclusão Digital, da ESECS, que celebra este ano o seu 20.º aniversário.

Durante a sessão, serão exibidas duas curtas-metragens do cineasta brasileiro Luiz Alberto Cassol – ‘Esclerosada Não é a Vó’ e ‘Grito’ –, exibidas pela primeira vez em Portugal, contando com recursos de acessibilidade, nomeadamente audiodescrição (AD), Libras (Língua Gestual Brasileira) e Legendas Descritivas (LSE), reforçando o compromisso do CRID com a inclusão cultural e o acesso universal à arte.

“Num contexto marcado por uma sociedade machista, misógina, racista e capacitista, o documentário ‘Esclerosada Não é a Vó’, dirigido por Cassol em codireção com Erenice Oliveira e Marcia Denardin, apresenta os testemunhos de quatro mulheres que convivem com a Esclerose Múltipla (EM) e que partilham os seus quotidianos e os desafios de viver com condições crónicas, dando voz a experiências frequentemente silenciadas”, pode ler-se numa nota de imprensa do IPL.

Por sua vez, a curta-metragem de ficção ‘Grito’ apresenta uma narrativa breve e intensa, que lembra que “nem todo o grito sai da boca”.

Citada numa nota informativa, a coordenadora do CRID e professora da ESECS do Politécnico de Leiria realça que, apesar de o evento ter sido adiado, o CRID não quis deixar de promover o evento, “sobretudo pelo seu propósito: criar um espaço de reflexão sobre diversidade, inclusão e acessibilidade no cinema, reforçando a importância de tornar a cultura verdadeiramente acessível a todas as pessoas, independentemente das suas capacidades ou necessidades”. “Acreditamos que a acessibilidade não deve ser uma exceção, mas sim uma condição essencial para garantir a participação plena de todos na vida cultural”, acrescentou.

Luiz Alberto Cassol é cineasta, realizador e produtor brasileiro, com uma obra marcada pelo compromisso com os direitos humanos, a inclusão e a acessibilidade no cinema.

Março 25, 2026 . 15:00

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