
Portugal reitera "total disponibilidade" para apoiar país
O ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, reiterou hoje a “total disponibilidade” de Portugal para apoiar a Venezuela na resposta imediata e na reconstrução após os sismos de 24 de junho, que causaram mais de 3.300 mortos.
O chefe da diplomacia portuguesa deslocou-se na manhã de hoje à Embaixada da Venezuela em Lisboa para “assinar o livro de condolências pelas vítimas dos sismos que assolaram o país”, indicou o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) numa mensagem divulgada nas redes sociais.
Na visita, Paulo Rangel reiterou junto das autoridades venezuelanas “a total disponibilidade de Portugal para apoiar a Venezuela na fase de resposta imediata e, mais tarde, de reconstrução”.
Portugal cumpriu no domingo um dia de luto nacional pelas vítimas dos sismos que atingiram a Venezuela e, em particular, pelos cidadãos portugueses e lusodescendentes.
Os sismos registados na Venezuela em 24 de junho causaram pelo menos 3.342 mortos e 16.740 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.
Entre os mortos, há pelo menos 95 portugueses e lusodescendentes, e outros 58 estão desaparecidos ou incontactáveis.
Vários países, incluindo Portugal e outros Estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.
A base de operações da missão portuguesa de resposta aos sismos está sediada em Catia la Mar, em La Guaira, zona de grande concentração de portugueses e lusodescendentes e uma das mais afetadas.
Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.






