
Peniche recebe simpósio europeu dedicado aos oceanos
A Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar (ESTM), em Peniche, recebe, entre os dias hoje e 10 de julho, o 59.º Simpósio Europeu de Biologia Marinha (EMBS), que segundo a instituição é “um dos mais antigos e prestigiados encontros” científicos dedicados às ciências marinhas, que deverá reunir cerca de 250 investigadores e especialistas de vários países.
Organizado pela ESTM da nova Universidade de Leiria e Oeste, em parceria com o MARE – Centro de Ciências do Mar e do Ambiente e a Rede EuroMarine, o simpósio pretende promover a discussão científica em torno dos principais desafios que afetam os ecossistemas marinhos, colocando a sustentabilidade dos oceanos no centro dos debates.
Ao longo de quatro dias, Peniche será palco de conferências, apresentações científicas e sessões de discussão sobre temas como a biodiversidade marinha, o funcionamento dos oceanos, as alterações climáticas, a conservação dos ecossistemas, as políticas públicas para o mar, a produção alimentar sustentável, a biotecnologia azul e a ciência cidadã.
A organização destaca ainda o papel do EMBS na promoção da investigação desenvolvida por jovens cientistas, incentivando a colaboração entre investigadores em diferentes fases da carreira e provenientes de diversas áreas científicas.
Para o diretor da ESTM, Sérgio Leandro, a realização da 59.ª edição do simpósio em Peniche representa “uma oportunidade para destacar o trabalho desenvolvido pela ESTM e pelos seus investigadores nas áreas da biologia e das ciências do mar”, reforçando igualmente o posicionamento da Universidade de Leiria e Oeste como instituição de referência na investigação ligada ao oceano.
O responsável considera que o EMBS se consolidou como o principal fórum europeu dedicado ao avanço da ciência marinha e à discussão dos desafios emergentes relacionados com a sustentabilidade dos oceanos, assumindo um papel relevante na aproximação entre ciência, políticas públicas e inovação.
Mais do que um encontro científico, a nova Universidade de Leiria e Oeste afirma que o simpósio pretende “afirma-se como uma plataforma que liga o conhecimento à ação, reforçando a interface entre ciência, política e inovação, essencial para a promoção de ecossistemas resilientes e de um crescimento azul sustentável”.







