
Digressão de Tiago Bettencourt passam por Leiria
O músico Tiago Bettencourt vai assinalar 25 anos de carreira com uma digressão em 2027 que passa por Leiria e inclui dois concertos, no Porto e em Lisboa, com os Toranja, banda que liderou, como convidados especiais.
A digressão de Tiago Bettencourt no próximo ano será “uma celebração de um percurso singular na música portuguesa”, ao longo do qual o músico “construiu uma obra profundamente autoral, marcada por canções que atravessaram gerações e consolidaram o seu lugar como um dos mais relevantes ‘songwriters’ [escritores de canções, em português] nacionais”, refere o agenciamento do músico, num comunicado divulgado.
A digressão, que arranca em 19 de fevereiro em Almada, na Academia Almadense, inclui dois concertos com os Toranja como “convidados especiais”, em 23 de outubro no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, e em 6 de novembro no Pavilhão Rosa Mota – Super Bock Arena, no Porto.
Depois de Almada, Tiago Bettencourt leva a digressão às Caldas da Rainha, no dia 20 de março, no Centro Cultural e de Congressos, a Leiria, 9 de outubro no Teatro José Lúcio da Silva, a Coimbra, 19 de outubro, no Convento São Francisco, e a Braga, 21 de outubro, no Theatro Circo. Entretanto, serão anunciadas outras datas.
Nos concertos, Tiago Bettencourt irá revisitar diferentes momentos da carreira, “desde os primeiros passos com os Toranja até ao trabalho a solo que tem vindo a desenvolver ao longo das últimas duas décadas”.
Tiago Bettencourt, de 46 anos, fundou os Toranja em 2001. Responsáveis por temas como ‘Carta’, ‘Laços’ e ‘Fogo e Noite’, os Toranja editaram dois álbuns: ‘Esquissos’ (2003) e ‘Segundo’ (2005). Depois de uma pausa da banda em 2006, que se prolonga até hoje, Tiago Bettencourt continuou a solo, tendo editado o primeiro álbum em nome próprio, ‘Jardim’, um ano depois.
Seguiram-se ‘Em Fuga’ (2010), ‘Tiago na Toca e os poetas’ (2011), ‘Acústico’ (2012), ‘Do Princípio’ (2014), ‘A Procura’ (2018) e ‘2019 Rumo ao Eclipse’ (2020).
O álbum mais recente de Tiago Bettencourt, ‘Foz’, editado em novembro do ano passado, é “bastante mais eletrónico” que os anteriores e resultado de um longo processo de experimentação, do qual fez parte uma residência artística na Suíça.







