Opinião de Adélio Amaro:
"A preservação do património é, no fundo, um pacto intergeracional. Não se trata apenas de conservar o que recebemos, mas de decidir o que queremos transmitir. Em Leiria, essa decisão ganha uma dimensão particular: a cidade tem memória suficiente para se orgulhar e futuro suficiente para exigir responsabilidade. O património é a ponte entre ambos".
Opinião de Adélio Amaro:
"E uma chuva ligeira invadiu o meu caminho, abriguei-me debaixo da copa de uma árvore, que ali estava, desde que sou gente, e só hoje olhei para ela e reconheci a sua importância".
Opinião:
"Mais do que recolher, a etnografia escuta. E essa escuta transforma. Obriga-nos a reconhecer que o folclore não é um museu de tradições congeladas, mas um organismo vivo, em constante negociação entre passado e presente".
Opinião:
“A olaria da Bajouca tem, agora, pelas “mãos” do Município, a oportunidade de usufruir das redes nacional e europeia. Um caminho que projetará a arte e o conhecimento transmitido pelos oleiros que prosseguem a dar vida a uma tradição milenar, continuando a semear os elementos identitários desta freguesia”.
Opinião de Adélio Amaro:
"As JIEL têm sido reconhecidas internacionalmente e, ao longo destes cinco anos, foram diversas as instituições que têm colaborado com as mesmas, como são exemplo a Universidade de Salamanca e o Instituto Politécnico de Leiria".
Opinião de Adélio Amaro:
"A imensa documentação sobre a história das localidades estremenhas é a base para se entender e estudar os aspetos sociais, culturais e económicos que fazem o pedestal etnográfico desta região".
Opinião:
"Com obras cedidas por várias instituições, museus e particulares, a exposição tem como promotor o Município de Leiria, através do Museu de Leiria, na qual está explanada a obra artística de Sousa Lopes".