Mestrado em Engenharia Mecânica, ramo produção industrial, docente convidado do Departamento de Engenharia Mecânica do IPL, profissional no Departamento de Projeto da Periplast
Opinião:
“Estamos a formar jovens para o mundo, mas sem construir condições para que o mundo deles possa ser aqui. É bonito dizer que o talento não tem fronteiras — mas é triste perceber que, por vezes, é o próprio país que empurra esse talento para longe”.
Opinião de Samuel Cardoso:
"Nos últimos meses ouvimos histórias que nos deixam desconfortáveis: plateias fabricadas, aplausos organizados, presenças “mobilizadas”. A liberdade não precisa de claque paga. A autenticidade não se aluga por hora. Quando a política troca verdade por espetáculo, todos perdemos — quem governa, porque deixa de escutar; e quem é governado, porque aprende que a mentira compensa".
Opinião:
“Na vida, na escola, no desporto ou no trabalho, todos enfrentamos momentos em que o peso parece maior do que as asas. O desafio é não desistir, é não acreditar nas limitações que os outros impõem, nem nas que o medo inventa”.
Opinião de Samuel Cardoso:
"Vivemos tempos em que a esperança parece esgotada. A descrença instala-se, as promessas soam ocas e o desânimo alastra. Muitos já nem acreditam que vale a pena tentar. É como se o país inteiro estivesse a nadar num tanque cada vez mais fundo, à procura de ar".
Opinião:
“Não podemos normalizar doentes à espera 13 horas por um médico. Não podemos aceitar que famílias tenham de escolher entre esperar indefinidamente ou pagar centenas de euros no privado. A saúde é um direito, não pode ser privilégio de quem tem carteira para pagar”.
Opinião de Samuel Cardoso:
"Nos últimos meses vimos renúncias e suspensões de mandato que, salvo raras exceções, deixam a sensação de leveza no compromisso. Nas autárquicas isso pesa ainda mais, porque aqui a proximidade é diária: quem promete, deve cumprir. Compromisso também é comparecer nos dias sem brilho e continuar disponível"
Opinião:
“Chega uma altura em que sentimos que já não basta fazer o nosso melhor. Já tentámos falar com calma, já gritámos em desespero, já calámos em silêncio. Já orámos, chorámos, confiámos. E, ainda assim, nada muda. Ou pior: muda para pior”.
Opinião:
“Errar é humano. Não é isso que está em causa. Todos falhamos. Todos nos enganamos. Mas há algo de profundamente errado quando alguém, perante a evidência, se recusa a admitir. Quando confrontados com os factos, é essencial sabermos recuar”.