Mestrado em Engenharia Mecânica, ramo produção industrial, docente convidado do Departamento de Engenharia Mecânica do IPL, profissional no Departamento de Projeto da Periplast
Opinião:
"Este texto não é um manual de soluções. Não tenho respostas absolutas. Mas acredito que, se não der para fazer tudo, que se faça o que for possível. Se não der para sorrir, que se respire. Se não houver força para andar, que se fique quieto. E, sobretudo, que se fale. Porque há momentos em que a diferença entre desistir e resistir é só a coragem de dizer: 'Hoje não estou bem'".
Opinião:
“Vivemos tempos em que tudo parece descartável — até os sentimentos. Mas o amor não é algo que se consome. É algo que se constrói. E como em qualquer construção, é preciso uma base sólida. Essa base chama-se compromisso. Escolha. Decisão”.
Opinião:
“Vivemos rodeados de certezas frágeis. A ciência avança, o conhecimento multiplica-se, mas a grande questão continua: “Porquê?”. E é nessa pergunta que a fé encontra espaço. Não como substituição da razão, mas como complemento da nossa humanidade”.
Opinião:
“No final, o respeito e a educação começam em casa, mas projetam-se em todos os aspetos da nossa vida: desde o parque de estacionamento mais banal até às mais altas instâncias da governação. A forma como nos tratamos nos pequenos gestos do dia a dia, nas palavras escolhidas, nas atitudes mais simples, diz muito sobre quem somos e sobre a sociedade que estamos a construir”.
Opinião:
"Não podemos ser cúmplices da destruição daquilo que demorámos séculos a construir: uma sociedade livre, plural, justa. Continuar a acolher? Sim. Mas com regras claras".
Opinião:
"Este apagão foi mais do que uma falha elétrica. Foi um alerta. Mostrou o quão frágeis somos, o quanto dependemos de um sistema que não controlamos. Mas também nos lembrou que, quando tudo falha, a humanidade ainda pode reacender-se".
Opinião:
Em disciplinas como matemática, onde o conhecimento é sequencial, a falta de bases torna impossível seguir em frente. E o mais grave? Não é um caso isolado. Não é um aluno, nem uma escola. É um problema nacional, estrutural, sistémico. Um erro que se repete em ciclos.
Opinião:
“Sou a favor da negociação, do comércio livre, da concorrência saudável como forma de regular os mercados. Mas o problema vai além da economia. É cultural. Em vez de valorizarmos a transparência e a equidade, premiamos quem domina melhor a arte de manipular, de dramatizar, de representar um papel. Estamos a educar as novas gerações para reclamar em vez de merecer, para exigir antes de construir”.