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Vila Nova de Paiva oferece paletes de telhas para repor telhados em Leiria

Empresa de materiais de construção Domingos Santos Silva, com sede no concelho, associou-se à ação solidária

A Câmara de Vila Nova de Paiva, em articulação uma empresa de materiais de construção do concelho, vai oferecer a Leiria 28 paletes de telhas, num total de 7.168 unidades, revelou hoje a autarquia.

“Em articulação do presidente Paulo Marques com o seu homólogo leiriense Gonçalo Lopes, vão ser entregues no Aeródromo Municipal de Leiria 28 paletes de telhas, num total de 7.168 unidades, oferecidas pelo município Paivense”, descreve o município de Vila Nova de Paiva, no distrito de Coimbra, uma semana depois da destruição provocada pela passagem da depressão Kristin, que afetou sobretudo Leiria, Coimbra e Santarém.

Ainda segundo a Câmara, “esta iniciativa visa apoiar de forma imediata as famílias mais afetadas, contribuindo para a reposição das condições mínimas de segurança e habitabilidade das suas casas”.

Numa nota divulgada nas redes sociais, o município acrescenta que a empresa de materiais de construção Domingos Santos Silva, com sede no concelho, associou-se à ação solidária “oferecendo 115 rolos de manga plástica, três rolos de Divoroll Ecotech 145 e o transporte de todos os materiais, numa demonstração do seu compromisso com a responsabilidade social”.

O município reafirma ainda a “disponibilidade para colaborar com outras entidades e apoiar as comunidades atingidas, num esforço conjunto de resposta e recuperação face aos efeitos desta intempérie”.

Dez pessoas morreram desde a semana passada na sequência do mau tempo. A Proteção Civil contabilizou cinco mortes diretamente associadas à passagem da depressão Kristin e a Câmara da Marinha Grande anunciou uma outra vítima mortal, a que se somaram depois quatro óbitos registados por quedas de telhados (durante reparações) ou intoxicação com origem num gerador.

A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, quedas de árvores e de estruturas, cortes ou condicionamentos de estradas e serviços de transporte, em especial linhas ferroviárias, o fecho de escolas e cortes de energia, água e comunicações são as principais consequências materiais do temporal, que provocou algumas centenas de feridos e desalojados.

Leiria, Coimbra e Santarém são os distritos com mais estragos.

Fevereiro 4, 2026 . 13:45

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