Opinião:
“Eu diria que as campanhas do futuro, mesmo para cargos tão pessoais e sérios como o de PR, terão de se saber humanizar. Gostava mais de ver os candidatos sem medo do ridículo, sem medo de errar, das falhas porque estão focados em aprender. Se com o crescente espetáculo mediático continuarmos a promover o artificialismo das personalidades políticas iremos caminhar para a insustentabilidade, pois qualquer que seja a personalidade, ela, mais tarde ou mais cedo, vai dececionar”.
Opinião:
“Olhar para os jogos de tabuleiro como presentes de Natal é reconhecer a sua capacidade de transcender o simples ato de jogar. É apostar em algo que estimula a mente, fortalece relações e cria tradições”.
Opinião:
“Correr para as mesas, para guardar lugar num espaço partilhado de vários restaurantes a utilizarem uma quantidade limitada de mesas, sem considerar que estamos a bloquear o espaço para quem já tem a comida pronta. Para além de gerarmos ineficiência, revela um certo egoísmo das pequenas coisas”.
Opinião de Micael Sousa:
"Fiquei verdadeiramente surpreendido porque paira sobre nós portugueses algo que me parece ser cada vez mais um mito, ou uma realidade em mudança. Existe a ideia de que somos um povo aberto, que sabe receber, emocional e apaixonado".
Opinião:
“Se as bibliotecas conseguirem entrar verdadeiramente no mundo dos jogos, especialmente os jogos de tabuleiro e cartas modernos, poderão amplificar os seus serviços públicos e explorar estas reinventadas formas de exploração literária e da própria literacia”.
Opinião de Micael Sousa:
"Sim, existem assembleias de freguesia, assembleias municipais e várias reuniões de executivos que os cidadãos podem assistir. Mas essas reuniões não estão pensadas para incorporar ativamente cidadãos não eleitos".
Opinião de Micael Sousa:
"Existem alguns problemas consideráveis no sistema de transportes em Leiria. Está à vista de todos os que moram cá. Apesar do concelho de Leiria ter mais de 100.000 habitantes, a cidade não tem sequer essa dimensão e a dispersão territorial é considerável".
Opinião:
“O nosso voto único tem de servir para escolher quem queremos nos governos locais, ou participe no processo mais abrangente de governação. É pouco mas é o que temos”.