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Micael Sousa

Professor, Investigador e Serious Game Designer

Opinião: "Curiosamente, uma das coisas que consta em algumas das listas recomendadas para sobreviver a emergências são, surpresa das surpresas, jogos de tabuleiro. São as próprias autoridades que recomendam, como forma para passar o tempo e manter a ocupação”.

há 1 ano
Opinião: "Tenho feito aplicações de serious games em casos onde os participantes representam modelos da realidade, ou seja, como veem o mundo ou um local em particular, por exemplo a sua autarquia, cidade, bairro, rua, etc. "

há 1 ano
Opinião: “Os jogos de tabuleiro modernos tendem a ter temáticas que tentam integrar o sistema mecânico e narrativo do jogo, como algo coerente. Assenta na agência dos jogadores, fazendo com que as decisões tenham significado e impacto no jogo”.

há 1 ano
Opinião: “Durante muito tempo, os jogos estiveram associados a apostas, o que levou a uma relação direta com vício e outras atividades pouco saudáveis. Hoje o panorama mudou. Já não são necessários elementos de motivação extrínsecos aos jogos”.

há 1 ano
Opinião: “Embora o processo participativo proposto seja imensamente pobre, não o podemos ignorar. Apesar do TGV prometer modernidade, o processo participativo desenhado é arcaico. Não se oferecem métodos alternativos de simulação e interação que poderiam ajudar a construir melhores propostas e que poderiam tornar o TGV ainda mais relevante para a nossa região”.

há 1 ano
Opinião: “Para mim, os jornais locais têm sido especialmente importantes. Dão tangibilidade à vida que passa em meu redor, ao que vai acontecendo. Sem eles teria dificuldade em saber alguns assuntos. Precisamos destes meios de comunicação, mas principalmente que tenham mais meios para nos poderem atualizar”.

há 1 ano
Opinião: “Teremos bons profissionais se os valorizarmos socialmente, se tiverem formação, treino, condições e tecnologia para fazer o melhor trabalho possível. Só assim se consegue verdadeira produtividade. Mas tudo isto só funciona se tiverem a devida remuneração”.

há 1 ano
Opinião “O modo ineficiente como as nossas zonas urbanas funcionam, sem qualidade, sem acesso a transportes, sem zonas verdes, sem equipamentos que as sirvam (escolas, centros de saúde, etc.), por vezes até sem as mais básicas infraestruturas são a prova dos nefastos efeitos da ausência de planeamento”.

há 1 ano

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