Opinião:
“Temos quem queira limpar leiria, quem a queira meter no mapa, mas para nela parar. Temos quem lhe faça juras de amor. Mais abordagens virão com certeza. Tenho sempre muita curiosidade sobre o significado destas abordagens e o que querem dizer os candidatos com estes slogans”.
Opinião de Micael Sousa:
"O que quero aqui defender é a necessidade de investimento estratégico nas paragens de autocarros, combinada com o reforço dos percursos, redução dos tempos de espera e melhoria do material circulante a comunicar com um sistema digital centrado no utilizador".
Opinião:
“Quando me refiro a praias fluviais estou a considerar soluções de aproveitamento de linhas de água existentes, mas também de criação de piscinas artificiais naturalizadas, e até piscinas oceânicas, pois uma parte considerável das nossas praias de mar são desadequadas para banhos seguros. Temos zonas onde isso poderia ser feito de imediato, com inúmeros benefícios”.
Opinião:
“Leiria e a região conecta-se assim à capital, ao país, a Espanha e até ao resto da Europa de uma nova forma. As boas oportunidades são imensas, mas nada disto está imune a efeitos negativos, tal como congestionamentos, aumento dos preços, gentrificação, destruição de zonas verdes que serviam de enquadramento e proteção, quiçá até crescimento de alguma insegurança”.
Opinião:
"Estando agora fora das lides partidárias, vou acompanhar com alguma curiosidade. Vamos ter tesourinhos deprimentes, mas que são dos momentos mais interessantes das campanhas, pois ajudam a compreender o lado humano, as pessoas. E, a política, é quase tudo sobre as pessoas".
Opinião:
“Os Orçamentos Participativos enquanto processos têm tido uma evolução considerável. Mais do que lançar uma ideia e recolher apoio, hoje estes processos estão a incluir novas etapas e a abrir oportunidades nunca exploradas. Uma das possibilidades passa por implementar assembleias participativas. No caso de Leiria, será no sentido ainda mais aprofundado, aspirando a um desenvolvimento de ideias de forma colaborativa, subindo na escada da participação”.
Opinião:
“Se o sistema democrático não aprender a lidar com as técnicas de propaganda extremistas, se não saber comunicar o que de positivo se conseguiu através do processo democrático, a sua própria existência corre perigo”.
Opinião:
“A culpa deste latente perigo democrático em primeira instância é de quem vota, mas também de quem se sujeita a ir a votos e entra num processo de total indefinição. Está na altura de evitar os discursos e propostas neutras e de marca branca. Precisamos de saber quem são os candidatos, os seus valores e prioridades”.