Opinião:
"O livro chama-se “Tira o Disco e Toca ao Vivo” (assumo que só entendi o título, após a leitura do livro) e aborda as mudanças gigantes do mercado, da indústria musical, ocorridas nas últimas décadas".
Opinião:
"Como disse Rui Veloso numa declaração nas suas redes socias, “Conhecia o Luís (como Louis) das capas dos discos em que ele tocava”. Sorte do Rui, pois hoje já quase não há discos e poucos saberão o que significa ler as capas dos discos…"
Opinião:
"E eis-nos chegados a 13 de julho, para um evento que esgotou os dois estádios, foi transmitido pelas televisões de mais de uma centena de países, com 2 biliões de espetadores, durante mais de 15 horas".
Opinião:
“O Fado, o “tal que nasceu um dia/quando o vento mal bulia”, é hoje Património da Humanidade e arrisco dizer, tem o mundo a seus pés. Da Austrália aos EUA, da Europa à América do Sul, o fado desfila continuamente pelos palcos mundiais, pelas vozes que atingiram uma dimensão por vezes desconhecida, na terra onde o mesmo… nasceu”.
Opinião:
“Mas o que faziam as pessoas enquanto esperavam por Mick Jagger, Keith Richard e companhia? Ingeriam líquidos, comiam o farnel que tinha entrado mais ou menos clandestinamente e falavam uns com os outros, mesmo que não se conhecessem… E foi nesse contexto que ouvi alguém, perto de mim, afirmar nervosamente, quando se aproximava a hora da “Urban Jungle Europe Tour” se iniciar: ‘Esperei 25 anos por esta noite…’”.
Opinião:
"Os mais puristas destas coisas da ópera, seguramente não verão com agrado estas “misturas” de mundos musicais, mas as qualidades e o talento de Bocelli, atenuarão (acredito eu) esses desagrados e, analisando com realismo, também Andrea Bocelli consegue levar diferentes públicos para todo o seu vasto e abrangente universo musical. E convenhamos que é algo de relevo e de aplaudir. E se assim não fosse, como encheria estádios de futebol e as maiores salas de concertos do mundo?"
Opinião:
“Com uma carga espiritual algo pesada, uma abordagem a questões humanas sensíveis, como a surdez, a cegueira e a mudez, Tommy acaba por incluir uma mensagem elevada de otimismo para (então) uma geração de adolescentes em fase de muitas dúvidas existenciais”.
Opinião:
“Ao longo da minha vida, várias vezes me questionei sobre aquela lógica, perante o desaparecimento de pessoas que não foram propriamente uns “santinhos” durante a vida, e que, com a morte, “mereceram” grandes elogios e memórias, por vezes por aquilo que não foram, elogios por aquilo que não fizeram…”