Opinião de João Mota Campos "O governo criou um ministério para a reforma do estado. Até hoje ainda ninguém viu qualquer proposta simples ou mais ambiciosa que esse ministério tivesse lançado."
Opinião:
"O paradoxo surpreendente destas greves gerais (todas em governos que não são de esquerda) é que são os trabalhadores mais privilegiados do país, os mais bem pagos, aqueles a quem menos se exige e mais segurança têm no emprego, os trabalhadores das coisas públicas, que fizeram greve, supostamente para proteger direitos que ninguém lhes põe em causa".
Opinião de João Luís Mota Campos:
"Em traços muito gerais, o velho elevador, um ícone de Lisboa, foi concebido e instalado em finais do Século XIX. Antes da 1ª Guerra Mundial foi electrificado. Funcionava num sistema de contrapesos: enquanto uma cabine descia, outra subia, estando as duas ligadas por um cabo".
Opinião de João Mota Campos:
"Alguém estava à espera que este aumento exponencial de estrangeiros residentes em Portugal não tivesse consequências sobre a habitação, o serviço nacional de saúde ou a educação pública?"
Opinião:
"A nossa tradição greco-romana- judaico-cristã permitiu-nos desenvolver conceitos como os dos direitos das pessoas enquanto tal, o da limitação dos poderes de quem manda, o da representação popular perante o poder do soberano, o do respeito pelo direito internacional e das regras que regem as relações entre as nações, entre muitos outros".
Opinião:
“Há para aí uma maltinha que continua a achar, cinquenta anos depois, que «falta cumprir Abril». Pois. Era bom que houvesse consciência que o estado português, de facto, já é socialista e apodera-se, em cada ano, de mais de cinquenta por cento da riqueza gerada, que reinveste com aquela eficiência que sabemos todos”.
Opinião:
"51 anos depois do 25 de Abril, temos de tomar consciência que o regime democrático, que foi a melhor coisa que saiu do golpe de estado, tem de ser defendido todos os dias".
Opinião:
"Os últimos 15 dias foram um verdadeiro filme de terror no que diz respeito à segurança e defesa da Europa: o presidente dos Estados Unidos, o Senhor Trump, dando sequência ao que já tinha dito e redito, de um fôlego declarou que se desinteressa totalmente pela defesa da Europa; que a Ucrânia é que iniciou a guerra; que o Senhor Zelensky é um ditador; que se vai entender com o Putin; que a Europa não é democrática; e que, em suma, a NATO está morta. Tomamos boa e devida nota da certidão de óbito.