Opinião de Tatiana Fernandes:
"Quando partem, com ou sem aviso prévio, algo se estilhaça. Desaparece uma parte da nossa história partilhada e um silêncio instala-se, onde antes havia uma voz familiar"
Opinião de Tatiana Fernandes Pereira:
"Não se esqueçam: os psicólogos e estes técnicos especializados na educação, não trabalham com peças de plástico. Trabalham com pessoas e, particularmente, com crianças e jovens. Massa humana. Dramas da vida real. Vínculos".
Opinião:
“Pais, a privacidade dos vossos filhos menores e dos conteúdos que se escondem nos seus telemóveis nunca poderá sobrepor-se ao direito à dignidade, ao respeito e ao bem-estar de terceiros. Estejamos, pois, atentos: atentos ao que poderão estar a fazer aos vossos filhos, mas também àquilo que poderão nem imaginar que os nossos filhos fazem a terceiros”.
Opinião:
“Demorarmo-nos nas palavras importa. Sejam elas as de uma carta de amor (mesmo que desatualizada no seu emissor ou recetor), as de uma lista de supermercado (sempre nos ajuda a não esquecer os espargos), as de um bilhetinho passado à socapa por baixo das mesas da sala de aula (só o risco de um ralhete ou de uma participação disciplinar já faz meia aventura), as de um contrato bancário (onde algumas cláusulas soam a enigma digno de um episódio do Fort Boyard) ou as do romance da nossa vida”.
Opinião:
"Crianças, jovens, adultos, idosos… importa cuidarmos de quem nos rodeia. Validar sentimentos, ouvir sem julgar, falar sobre o que aconteceu, importa".
Opinião:
"O que a ciência nos tem mostrado, é que a música pode funcionar como um verdadeiro instrumento de autorregulação emocional, ajudando-nos a reduzir estados como a ansiedade, a angústia, a tristeza ou a solidão, ou a potenciar sensações de bem-estar, pelas verdadeiras injeções de dopamina com que nos presenteia".
Opinião:
“A vida é uma emergência em si mesma. À nossa frente, máscaras de oxigénio imaginárias balançam, marcando o compasso pendular da passagem do tempo. Mas será que pegamos nelas e nos permitimos respirar, antes de acudir às necessidades de todos os outros?"
Opinião:
"Seguir uma única narrativa, cria estereótipos, pela generalização simplificada e muitas vezes rígida sobre as características, comportamentos ou valores de um grupo social".