Opinião de Manuel Augusto Dias:
"As sucessivas crises governativas, a instabilidade parlamentar, as dificuldades económicas e os conflitos sociais geravam um clima de descontentamento generalizado"
Opinião de Manuel Augusto Dias:
"Em Portugal, o impacto político do fim da guerra foi significativo, ainda que limitado. No próprio dia 8 de maio, António de Oliveira Salazar comentou o acontecimento na Assembleia Nacional, procurando adaptar o discurso do regime ao novo contexto internacional. Contudo, setores da oposição democrática viram na derrota das ditaduras europeias uma oportunidade para pressionar a mudança interna"
Opinião:
“A diversidade de destinos, morte em combate, ferimentos, desaparecimento, cativeiro ou reconhecimento por bravura, espelha a dureza da Batalha de La Lys e o elevado preço pago pelos oficiais de Leiria”.
Opinião:
“Cento e setenta e cinco anos após o seu nascimento, Miguel Bombarda permanece figura incontornável da história contemporânea portuguesa. A sua ação política e intelectual ilustra a intersecção entre ciência e ideologia num tempo de profundas transformações”.
Miguel Augusto Dias: "Num mundo instável, estes valores não pertencem ao passado. São, antes, âncoras para o futuro. A história demonstra que a paz exige coragem, visão e persistência".
Opinião:
"O atentado refletiu o profundo descontentamento de parte da sociedade portuguesa perante o carácter autoritário do regime. Com apenas 46 anos, Sidónio deixava um legado controverso: para uns, o restaurador da ordem; para outros, o símbolo da derrocada das esperanças democráticas da República".
Opinião:
"A liberdade de expressão, de reunião e de associação surgiam mencionadas no articulado, mas foram rapidamente subjugadas por legislação regulamentar e aparelho repressivo que as esvaziou".
Opinião:
“Hoje, em 2025, ao recordarmos esta efeméride, reconhecemos não apenas a destruição e as vítimas, mas também o legado de coragem e solidariedade que dela emergiu. O Blitz continua a ensinar-nos sobre os custos humanos da guerra e sobre a capacidade das sociedades resistirem a agressões externas através da união, da adaptação e da fé num futuro comum”.