Opinião de Micael Sousa: "Independentemente de quem os conduz e implementa, estes processos interativos, ditos participativos, mas cujo objetivo são formas de colaboração, estão a generalizar-se."
Opinião:
“Há sempre uma agenda, uma intenção em quem escreve este tipo de texto. Se antigamente uma das motivações era ter “existência política”, tentando agarrar todas as oportunidades para escrever e aparecer, agora faltam o tempo e a intenção política de “aparecer””.
Opinião de Micael Sousa:
"A preparação para emergências é, antes de tudo, uma questão de treino. Não de intenção, não de legislação, não de orçamento, embora tudo isso importe. É de treino que falo".
Opinião de Micael Sousa:
"Parece-me evidente que o boom da construção que estamos a viver vai trazer consequências para um sistema rodoviário já bastante fragilizado"
Opinião:
“Agora que os preços dos combustíveis dispararam e entramos numa nova crise energética, voltam a surgir recomendações para apostar no teletrabalho. Se tivéssemos já implementado essas modalidades de forma mais ampla, a nossa resiliência coletiva perante estes fenómenos seria bem maior”.
Opinião:
"Há uma relação direta entre modelos ativos de aprendizagem e jogos. Essa relação pode ser ainda mais reforçada se existir uma integração com os conteúdos programáticos escolares, se os resultados dos jogos puderem ser transpostos e acompanharem os elementos a avaliar".
Opinião de Micael Sousa:
"Mais do que jogos, a Leiriacon é um encontro de pessoas que se deslocam por vários motivos, quase sempre gravitando em tordo da paixão por estes jogos de tabuleiro diferentes"
Opinião:
“Ao ter vivido o apagão e os outros efeitos da tempestade, parecia que estava a voltar ao processo de estudo e investigação que foi necessário fazer para criar o jogo. Exemplo, falha a eletricidade, depois são as comunicações e a água. Várias casas perdem as condições de habitabilidade. Se os danos não são contidos inicialmente, os efeitos amplificam-se com o tempo. Há uma pressão acrescida sobre os hospitais também“.